por Nereide Michel em 30/04/2026
… o Diabo ainda veste Prada?
A resposta já está nas telas dos cinemas mundo afora. Nas do Brasil a partir de 30 de abril quando a tão aguardada continuidade do filme, lançado em 2006 e protagonizado por Meryl Streep, vai saciar a curiosidade do público fisgado pelo charme venenoso de Miranda Priestly, a temida editora da revista de moda “Runway”. A primeira versão foi um sucesso de público e crítica: venceu o Globo de Ouro de Melhor Atriz em Comédia ou Musical com Meryl Streep, recebeu indicações ao Oscar de Melhor Atriz e Melhor Figurino, além de nomeações ao BAFTA e ao MTV Movie Awards.

Nada mais natural, portanto, que a expectativa em torno do destino dos quatro principais personagens de “O Diabo veste Prada” parte 1, esteja em alta. Na nova versão, dirigida também por David Frankel, Miranda Priestly, Andy Sachs (Anne Hathaway) Emily (Emily Blunt) e Nigel (Stanley Tucci) não se despiram dos papéis destinados a eles no enredo anterior. O tempo, sempre ele, ditou algumas das mudanças observadas nas duas décadas que separaram as duas produções. Não por acaso, cabeleireiros e esteticistas, assim que as primeiras imagens da sequência foram divulgadas, foram acionados para as devidas comparações entre o antes e o depois das principais protagonistas. Cabelo e pele no alvo.
2006

2026

Enquanto a moda assume tendências de comportamento e dita novidades nas roupas e acessórios, segundo a inspiração dos seus criadores, quem atua para que os holofotes dos desfiles brilhem além das passarelas é impactado pelas transformações no seu ambiente de trabalho. Este é o ponto crucial da trama urdida na segunda parte de “O Diabo Veste Prada”. A soberania da editora Miranda Priestly e o idealismo de Andy Sachs são postos em xeque ante os novos desafios de uma mídia digitalizada e impiedosa que não se deixa comover com o futuro incerto dos profissionais nas redações de jornais e revistas. Quando o interesse empresarial fala mais alto, corte na equipe e redução drástica de gastos surgem como opção única e incontestável.
Uma herança da primeira edição do filme: Andy Sachs continua a fazer “milagres” para conseguir uma entrevista “impossível” ou encontrar a solução para um problema com ares catastróficos que surge no seu horizonte profissional. Ela se vira nos trinta para manter tanto a conceituada linha editorial da “Runway” quanto para impressionar sua chefa ou, melhor, pressioná-la para que não desista do seu cargo. Afinal, ainda não chegou a hora da aposentadoria para Miranda Priestly. Será em “O Diabo Veste Prada”, parte três?
ALÉM DAS TELAS DO CINEMA…
Um filme que após duas décadas de exibição continua sendo comentado e lembrado pelo comportamento, quase sempre, controverso dos seus protagonistas, não poderia ficar em uma única e definitiva versão. “O Diabo Veste Prada 2” foi recebido de braços abertos pelo marketing de diversas empresas que firmaram parcerias para o lançamento de produtos com as suas logos. A boa receptividade junto ao consumidor foi sinalizada diante de uma expressiva expectativa gerada pela estreia da nova película saída dos estúdios da 20th Century.

A Starbucks, em uma parceria global com “O Diabo Veste Prada 2”, apresenta uma novidade no seu cardápio. Uma seleção exclusiva e em edição limitada de quatro bebidas inspiradas nos personagens da película – cada um servindo de referência à apresentação de um dos cafés. Da Miranda, um Caffè Latte extra quente, com dose extra de café, sem espuma e com leite desnatado. Porque qualquer coisa diferente levantaria… questionamentos. Da Andy, um Cappuccino com bebida de aveia, caramelo e canela: simples, sofisticado e pronto para equilibrar quem ela foi e quem está se tornando. Do Nigel, um Doppio Espresso Con Panna com mocha: intenso e refinado. Da Emily, um Chai Latte Gelado com leite desnatado e caramelo: exigente e pronto para ser entregue em um ritmo “glacial”… ou não.
Em uma das cenas de “O Diabo Veste Prada”, Andy Sachs se faz acompanhar de um copo de café da Starbucks durante uma de suas jornadas noite adentro em busca do texto perfeito. Nada mais sutil e eficiente em termos de marketing.

O primeiro licenciamento Disney da Eudora chega com o brilho das passarelas internacionais. Uma coleção de maquiagem em edição limitada que traduz o universo de “O Diabo Veste Prada” na Palette Runway Magazine, composta por 35 sombras em diferentes acabamentos: acetinado, matte, superbrilho e cremoso. O Batom Líquido Fashion Icon, disponível em quatro tonalidades, vermelho, vinho, marrom e nude, traz acabamento cremoso e brilhante. Enquanto a Caneta Delineadora Iconic Liner, vem em duas versões, preto e bordô.
Com design inspirado no longa, os produtos evidenciam o caráter colecionável, fashionista e o posicionamento de luxo acessível da marca. O batom líquido se transforma em um charm para usar na bolsa ou onde quiser, enquanto a palette se inspira no visual da revista “Runway”, elemento central do filme.

“O Diabo Veste Prada” é a inspiração da nova coleção da Colorama, marca 100% brasileira do Grupo L’Oréal. A parceria conecta o universo da beleza ao glamour atemporal da moda, traduzindo nas unhas o que tornou o filme um ícone cultural. São quatro cores exclusivas tematizadas na alta costura e na estética fashionista: Doce Rebeldia, Item de Luxo, Noite de Estreia e Veste Prata. Os tons transitam entre o clássico e o contemporâneo, refletindo a tendência “office siren”, que resgata a elegância do ambiente corporativo sem deixar de lado a confiança e sua personalidade.

Lembrando o papel que o cabelo desempenha na imagem de uma mulher poderosa, a TRESemmé também se vestiu de Prada. Inspirada no aguardado filme, a marca lançou uma edição limitada do Coat Spray Selagem Impermeabilizante. O produto traz fórmula 100% ativa e zero água, criando uma barreira contra a umidade, principal causa do frizz. O resultado é um cabelo até 15x mais impermeável, com selagem, brilho e controle por até 72 horas, mesmo em condições desafiadoras. Como as vividas por Miranda Priestly e Andy Sachs.


A coleção cápsula da C&A tem como foco uma geração que se apaixonou pela moda como plateia de “O Diabo Veste Prada”. As peças transitam entre camisetas, calçados, pijamas e lenços. São 13 modelos que trazem elementos gráficos e referências às cenas e frases icônicas da produção como “That´s All” e “I love my job”, além de opções que remetem ao estilo marcante que fizeram do filme um fenômeno cultural.
